Mesmo protegido pela criptografia de ponta a ponta, o WhatsApp não está livre de golpes. Criminosos digitais usam diferentes estratégias para invadir contas e roubar informações sensíveis. Conhecer essas técnicas é o primeiro passo para se proteger.
As 4 formas mais comuns de invasão
1. Instalação de malware
A instalação de malware acontece quando o usuário baixa aplicativos fora das lojas oficiais. Esses apps podem monitorar atividades e capturar informações sensíveis, incluindo mensagens do WhatsApp, senhas e dados bancários.
2. Golpes de encaminhamento de chamadas
Nos golpes de encaminhamento, o criminoso se passa por funcionário de operadora e induz a vítima a digitar códigos que ativam o redirecionamento de chamadas. Com isso, os códigos de verificação do WhatsApp são interceptados.
3. Engenharia social
A engenharia social continua sendo a técnica mais recorrente. O criminoso finge ser alguém confiável e pede o código de verificação enviado por SMS. O discurso sempre envolve urgência. Ao compartilhar o código, a vítima entrega o controle da conta.
4. Códigos QR falsos
Criminosos criam páginas falsas do WhatsApp Web com códigos QR adulterados. Ao escanear, a vítima conecta sua conta ao dispositivo do invasor, que passa a ter acesso a todas as conversas.
Como se proteger
- Nunca compartilhe códigos de verificação — o WhatsApp não pede códigos por mensagem, ligação ou e-mail
- Desconfie de pedidos urgentes — a pressão por rapidez é uma tática clássica de golpistas
- Evite instalar aplicativos fora das lojas oficiais (Google Play e App Store)
- Instale um bom antivírus no celular e mantenha-o atualizado
- Acesse o WhatsApp Web apenas pelo endereço oficial digitando manualmente web.whatsapp.com no navegador
- Ative a verificação em duas etapas nas configurações do WhatsApp
Fonte: TechTudo




